como implantar o trabalho remoto - case superlógica

Como implantar o trabalho remoto na empresa: o case Superlógica

O distanciamento social, imprescindível conter a pandemia de COVID-19 criou um marco nas relações da sociedade com o trabalho. A necessidade de um escritório para comportar todos os funcionários e prestar os atendimentos foi colocada à prova. 

A mudança forçada para um regime operacional completamente diferente pegou muitos despreparados. De súbito, foi preciso migrar colaboradores para o trabalho remoto, com a maioria trabalhando em suas próprias casas.

Há uma frase historicamente atribuída a Platão que diz: “a necessidade é a mãe da inovação”. E ela se aplica fielmente à característica de adaptação dos brasileiros a esse momento. 

Todos os setores, do varejo aos serviços, buscaram meios de continuar suas atividades. Desde as lanchonetes de bairro, que adotaram as cobranças por aplicativos e cartão de crédito, até as administradoras de condomínios, que abandonaram as salas comerciais e mantiveram a qualidade de seus atendimentos

Isso não poderia diferente com uma empresa que tem suas raízes na inovação e disrupção. No dia 16 de março de 2020, a Superlógica anunciou que 100% da sua força de trabalho estaria migrando para o home office, visando primordialmente a saúde dos colaboradores.

Munidos de ferramentas efetivas e de uma cultura forte, a transição foi ágil e com impactos operacionais mínimos. Algo que nos motivou a compartilhar nossa experiência e visões sobre um futuro officeless.

Para inspirá-los e motivá-los, destacamos neste artigo os pontos-chave dessa adaptação. Esperamos que gostem!

Aprenda a implantar o trabalho remoto utilizando o case da Superlógica

  1. Onboarding recrutamento e seleção remotos;
  2. Uso massivo de tecnologia: Ferramentas em nuvem e equipamentos;
  3. Lideranças efetivas e comunicação assíncrona: metodologias e boas práticas;
  4. Foco nos resultados (e não nas horas trabalhadas) com gestão online;
  5. Atenção à legislação;



A nova era do trabalho remoto

Em 2016, o Fórum Econômico Mundial observou que as mudanças nos campos tecnológicos e demográficos da sociedade apontavam para uma mudança na esfera do trabalho. Um modelo remoto e mais flexível era visto como tendência.

Segundo a Global Workplace Analytics, 56% dos empregados nos Estados Unidos poderiam trabalhar em casa. Ou seja, eles desempenham funções compatíveis com o trabalho remoto.

Mesmo assim, muitos gestores ainda eram receosos. De acordo com um levantamento da ISE Business School, 65% das empresas familiares brasileiras não trabalhavam remotamente antes do distanciamento social. Porém, a chave virou, a pandemia acelerou o processo e uma mudança às pressas foi necessária.

Quem já tinha um bom amparo de tecnologias propícias para essa transição conseguiu fazê-lo mais suavemente. Já aqueles que não estavam preparados, obrigatoriamente, aceleraram seu processo de digitalização e adotaram soluções criativas para superar as incertezas do momento.

Na mesma pesquisa da ISE Business School, 52% das empresas nacionais e familiares fecharam seus escritórios e continuaram suas atividades à distância.

Os condomínios, por exemplo, que ainda encontravam entraves para sua realização das assembleias em ambiente virtual, agora estão realizando suas votações eletronicamente. Administradoras, síndicos e moradores, em meio a uma situação adversa, descobriram um meio de obter suas deliberações de maneira mais participativa e democrática através da tecnologia.

Na Superlógica não foi diferente. Ainda que houvesse esse receio comum sobre a ausência do contato humano, utilizamos as ferramentas disponíveis para simular o presencial favorecendo uma boa experiência para colaboradores e clientes. E, note que estamos falando de mais de 350 funcionários espalhados em diferentes cantos do Brasil.

O aumento na produtividade

Uma boa transição também se manifesta nos resultados. De acordo com a ISE Business School, 60% das pessoas em home office reportaram aumento na produtividade. Em nossa pesquisa interna, 97,9% dos colaboradores identificaram que seus times estão mais produtivos.

Muitos argumentos validam a hipótese do aumento de produtividade:

  • A empatia para entender os limites do ambiente de outro colaborador;
  • O alinhamento de processos e atividades;
  • Um melhor gerenciamento do tempo produtivo por parte do colaborador. 

Até o tempo de locomoção virou um fator determinante. 54,05% dos superlógicos declararam estar economizando 2 horas ou mais do seu dia por não terem que ir e voltar à empresa. Outros 29,75% economizam cerca de 1 hora.

Outro fator que privilegia a melhora no desempenho é a mudança de mentalidade. O foco da cobrança agora deve ser em cima dos resultados, e não das horas trabalhadas.

Finalmente, não basta apenas enviar o colaborador para trabalhar em casa. Ele pode ter todos os referenciais teóricos e culturais, se faltar infraestrutura será impossível. Por isso, também provemos os equipamentos necessários, como notebooks, headphones, mouses e até as cadeiras do escritório para quem precisou. 

A diferença entre trabalho remoto e home office

Você pode estar se perguntando “home office e trabalho remoto não são a mesma coisa?”. Por mais que ambos tratem de um modelo fora do escritório, existem diferenças conceituais importantes para pensar no cenário futuro.

Enquanto o home office trata apenas do trabalho em casa, o trabalho remoto é sustentado por um conceito chamado anywhere office (em português, escritório em qualquer lugar). Ou seja, colaboradores e gestores poderão exercer suas funções de onde quiserem, como de seus lares, na casa de amigos ou familiares, coworkings, lanchonetes, bibliotecas entre outros.

Com isso, será possível eliminar uma série de despesas de um escritório. Gastos fixos e variáveis como o aluguel, consumos (água, luz, gás, manutenção etc.), materiais escritório e IPTU podem tomar uma boa parte da receita que poderia estar sendo investida efetivamente na empresa.

→ Confira o nosso case! Veja, item por item, como nos adaptamos para trabalhar remotamente.

Sobre a Superlógica

A Superlógica desenvolve o software de gestão líder do mercado brasileiro para empresas de serviço recorrente. Somos referência em economia da recorrência e atuamos nos mercados de SaaS e Assinaturas, Condomínios, Imobiliárias.

Conteúdo desenvolvido e inspirado por todos os membros da Superlógica Tecnologias!

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